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Mês de outubro é referência para conscientização

Mesmo havendo divulgação, muitas pessoas ainda têm dúvida sobre o Outubro Rosa. Por isso, o site: drnilton.com.br esclarece sobre a campanha. Trata-se de um movimento existente no país desde 2008 mas que surgiu nos anos 1990 durante a primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York (EUA), e expandiu-se no âmbito mundial, tendo inclusive vários monumentos na cor rosa associada à luta e conscientização sobre a prevenção do câncer de mama.

     A página oficial do Dr. Nilton já está no clima da campanha

 

De acordo com registros de vários hospitais brasileiros, 60% dos tumores nos seios são diagnosticados no estágio avançado, ocasionando assim inúmeras consequências graves e aumentando as chances de metástase ao pulmão, ossos, fígado e cérebro. Esta situação dificulta o tratamento e as chances de sobrevida, conforme explica Dr. Nilton. “O diagnóstico precoce é o primeiro e mais importante passo para a cura, algo em torno de 90%. Este é o segundo tipo de câncer comum entre as mulheres, respondendo por 25% de novos casos a cada ano no mundo“, diz.

Além disso, essa neoplasia também provoca maior número de mortes na população feminina. De acordo com o último relatório feito pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), em 2016, somente no Brasil foram registrados mais de 300.000 novos casos de câncer em mulheres, sendo o de mama representando 16,1% na escala de mortalidade proporcional, tendo ocasionado 14.388 óbitos registrados. Daí, a importância das mulheres fazerem o exame de mamografia.

Dr. Nilton destaca, porém, que nem todo nódulo é considerado maligno e caso houver alguma anormalidade nos seios a mulher deve procurar um especialista. “Antes de desesperar-se ao descobrir alguma forma sólida nas mamas, é importante saber que as chances de ser algo benigno são bem maiores. Portanto, é preciso fazer o acompanhamento médico”, orienta. 

Ministério da Saúde recomenda a existência de, pelo menos, um mamógrafo num território contendo 240 mil habitantes. Atualmente, no Brasil existem 5 mil aparelhos e metade deles atende à população do SUS. Como os dados do último censo, realizado no ano passado, revelam ter 200 milhões de brasileiros, 800 mamógrafos seriam suficientes para atender a demanda, mas muitas mulheres enfrentam uma longa fila de espera, denuncia Dr. Nilton. “É um absurdo, nossos representantes federais deveriam fiscalizar os serviços e dar atenção maior para a saúde”, conclui.   

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